Romancista de sucesso na primeira década do século XX, crítico de costumes da alta sociedade, Théo-Filho foi também o cronista que mais escreveu sobre praias de banho no Rio de Janeiro. À frente da redação do jornal “Beira-Mar”, sediado em Copacabana, acompanhou a grande inflexão praiana ocorrida a partir da introdução dos banhos de sol. Foi autor de “Praia de Ipanema” (1927) e “Ao sol de Copacabana” (1948). Ainda que sua obra (com exceção da crônica) esteja ultrapassada, Théo-Filho tem interesse para a pesquisa historiográfica nas áreas de estudos do lazer e do corpo. Publiquei neste blogue os textos do “Intelectual da Praia” entre 2010 e 2011 e, em seguida, passei a postar imagens colhidas no semanário praiano.



sexta-feira, 28 de junho de 2013

“No Ginásio Anglo-Brasileiro”

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A seta indica, na Avenida Niemeyer, a localização exata da secção masculina do Ginásio, que oferecia aulas de natação em suas instalações à beira-mar, “longe do tumulto e dos ruídos da cidade, liberto das torturas da civilização trepidante”. 6 de fevereiro de 1932, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 25 de junho de 2013

“Concurso do Fotógrafo Amador das Praias”

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O Sr. A. Santos também tirou primeiro lugar na categoria “Retratos diversos” no “certame” promovido pelo semanário praiano, com esta foto tirada no Posto VI. 30 de janeiro de 1932, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 21 de junho de 2013

“O 1º prêmio do nosso Concurso Fotográfico”

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Concursos promovidos por jornais e revistas com a participação dos leitores eram muito freqüentes nos Anos 20 e 30. Depois do concurso das mais belas praianas, Beira-Mar começou, em setembro de 1931, o “Concurso do Photografo Amador das Praias”, e durante quatro meses publicou “instantâneos” selecionados entre os 829 concorrentes. O vencedor foi A. Santos, com esta foto de lugar não identificado. 23 de janeiro de 1932, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 18 de junho de 2013

“Sorrisos do Posto III”

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“Não são de Copacabana as quatro formosas senhorinhas que aí apreciamos. Pela elegância e beleza, pertencem, porém, à mais linda praia do mundo. Aos domingos, a sua presença, no posto III, ilumina encantadoramente a alegria de nossas areias. De onde vêm as sorridentes bonequinhas? Da Tijuca, o finíssimo bairro carioca. As nossas amáveis visitantes jogam ‘volley-ball’ com distintos rapazes do posto III, que também aparecem na fotografia”. 16 de janeiro de 1932, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 14 de junho de 2013

“Copacabana – A primeira praia do mundo”

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“Uma reunião elegante no Arpoador, entre eles e elas...”. Demorar-se sobre as areias na praia era um prazer novo, criado a partir da adoção dos banhos de sol. 9 de janeiro de 1932, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 11 de junho de 2013

“Copacabana – A primeira praia do mundo”

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“Posto II (Leme): a sua movimentação”. Com Batista Luzardo ainda à frente da chefia de polícia, Théo-Filho se investia no papel de colunista social da praia, anotando os nomes das banhistas que encontrava sobre as areias: “a Almerinda Campos, a Nelly Leite, a Alice Carvalho, a Rosália de Moraes, a Dioni, a Lydia Telles Ribeiro, a Yolanda Aguiar, a Maria de Lourdes Austragésilo, a Amazilis Santos, a Hilda Saraiva, a Maria Claudina, a Maria Pia...”, todas freqüentadoras do Posto II. 9 de janeiro de 1932, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 7 de junho de 2013

“Copacabana – A primeira praia do mundo”

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“Aspecto do Arpoador: um bando em revoada”. Nessa época o termo Copacabana podia se referir ao conjunto dos bairros da “Cil”: Copacabana, Ipanema e Leme. 9 de janeiro de 1932, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 4 de junho de 2013

“Copacabana – A primeira praia do mundo”

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“No Posto III: cinco sorrisos... para o fotógrafo”. 9 de janeiro de 1932, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 31 de maio de 2013

“Copacabana – A primeira praia do mundo”

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“Espere um pouco! Vou retocar a pintura!... (cena passada no Posto III)”. 9 de janeiro de 1932, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 28 de maio de 2013

“Copacabana – A primeira praia do mundo”

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“O sol não gosta das sombrinhas, porque escondem muita coisa bela que ele queria ver, como este grupo do Posto I, no Leme”. 9 de janeiro de 1932, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 24 de maio de 2013

“Os que vivem perto do céu...”

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“... e não encontram o paraíso”: crianças moradoras do Morro da Babilônia, retratadas pelo fotógrafo de Beira-Mar, durante reportagem de Théo-Filho sobre a favela vizinha ao Leme. O crescimento da pobreza em torno do bairro praiano preocupava os copacabanenses e estimulava ações de assistência social privada. 2 de janeiro de 1932, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 21 de maio de 2013

“Velo Esportivo Helênico”

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“Uma vitória do ciclismo em Ipanema”. Fundado em 19 de agosto de 1931, com sede na rua Farme de Amoedo, 109, a nova sociedade logo conseguiu os primeiros lugares em competições ciclísticas, como as provas da Federação Carioca de Ciclismo e Motociclismo. Na foto, sócios e atletas do Velo durante a comemoração de uma dessas vitórias. 19 de dezembro de 1931, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 17 de maio de 2013

“A inauguração do rink Copacabana”

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Na rua Salvador Correa (hoje Princesa Isabel), no Leme. Terminada a febre do “golfinho”, lugares dedicados a divertimentos comerciais ao ar livre voltaram a abrigar os rinques de patinação, conhecidos no Rio de Janeiro desde o último quartel do século XIX. 19 de dezembro de 1931, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 14 de maio de 2013

“Ipanema, ternura do mar”

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“Um dos seus encantos: o Club Caiçaras”. 12 de dezembro de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 10 de maio de 2013

“Vida ao ar livre no Leblon”

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“Os concorrentes às provas que movimentaram a Lagoa Rodrigo de Freitas, na inauguração do Club dos Caiçaras’”. 5 de dezembro de 1931, p. 12. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 7 de maio de 2013

“Lia Torá, estrela brasileira”

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De vez em quando, entre as imagens de atrizes de cinema norte-americanas reproduzidas nas páginas de Beira-Mar, aparecia a foto de uma artista nacional. 28 de novembro de 1931, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 3 de maio de 2013

“Turquinho”

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Para cariocas da geração de Turquinho, o banho de sol era a coisa mais natural do mundo. Desde a infância em contato com determinadas praticas sociais, as pessoas tendem a percebê-las como atitudes naturais e não se dão conta de que, longe se serem atributos biológicos, são na verdade construções históricas, perfeitamente datáveis e às vezes recentes, como o gosto pela exposição do corpo aos raios de sol nas praias de banho. A internalização do costume é capaz de produzir um processo de naturalização das orientações socialmente transmitidas. 21 de novembro de 1931, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 30 de abril de 2013

“Concurso dos pyjamas”

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Esses “pyjamas de praia” estavam na moda nos Anos 30. Compunham a comissão julgadora do concurso: “Roberto Marinho, Raul Pederneiras, Herbert Moses, Aureliano Machado, Heitor Beltrão, Waldemar Bandeira e Eugênia Moreyra”. O prefeito-interventor Pedro Ernesto esteve representado por seu secretário Amaral Peixoto. (À esquerda, Renata Di Monaco; à direita, Carmen Pereira Peterfem). 14 de novembro de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 26 de abril de 2013

“Concurso dos pyjamas”

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Patrocinado pela publicação “Noite Ilustrada” e pela Prefeitura do Distrito Federal, esse evento, realizado no Posto IV, marcou a aproximação do novo prefeito, Pedro Ernesto, com praianos e copacabanenses. Passada a fúria moralista de Batista Luzardo, o governo provisório inaugurou uma política de turismo que tinha na praia de Copacabana uma de suas principais atrações. (À esquerda, Laura Assis; à direita, Zicleia Espindola). Leia mais no Capítulo 51. 14 de novembro de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 23 de abril de 2013

“Atlântico Club...”

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“... iluminado numa noite de festa”. 31 de outubro de 1931, p. 31-A. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 19 de abril de 2013

“Sete sorrisos de Miss Inteligência”

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Didi Caillet começava a campanha de lançamento de seu livro de estréia. 31 de outubro de 1931, p. 27. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 16 de abril de 2013

“Senhorinha Hestia Barroso”

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“A encantadora e consagrada cantora patrícia”. 10 de outubro de 1931, p. 12. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 12 de abril de 2013

“A rainha da Primavera”

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Didi Caillet, a musa de Beira-Mar. 10 de outubro de 1931, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 9 de abril de 2013

“Pórtico para o retorno do verão”

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“Ele não tarda. Breve ressurgirá. E, com ele, como um séqüito irreverente e querido, os faunos elegantes que precisam ser milionários diante das multas de vinte mil e seiscentos – inclusive a estampilha...” A imprensa ajudava a criar ansiedade pela volta do verão. Na véspera da estação balneária de 1932, a expectativa dos dias ensolarados misturava-se à apreensão quanto ao rigor da polícia na repressão à seminudez dos banhistas, ainda ameaçados pela cobrança de multas. 22 de agosto de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 5 de abril de 2013

“Pórtico para o retorno do verão”

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“Banhistas de Ipanema, na ponta do Arpoador, domingo último”. 22 de agosto de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 2 de abril de 2013

“O Leme – Babilônia de arranha-céus”

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“Aspecto do gracioso Palacete Oceânico do Dr. Algemiro Paiva”. A noção de luxo associada aos “arranha-céus” foi essencial para vencer as resistências da elite carioca em aderir ao novo estilo de residência que se introduzia na capital brasileira. Leia mais no Capítulo 58. 8 de agosto de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 29 de março de 2013

“O Leme – Babilônia de arranha-céus”

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“É de Penteado, Irmãos Hortenblaud o belo Palacete São Paulo”. Segundo a reportagem de Beira-Mar, a maioria dos hóspedes dos apartamentos era de estrangeiros, que, acostumados a esse padrão de moradia, encontravam neles uma alternativa à hospedagem nos hotéis durante o verão. 8 de agosto de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 26 de março de 2013

“O Leme – Babilônia de arranha-céus”

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“Vista do encantador Palacete Inhangá, de madame Ida Agier”. Nessa época inaugural, os moradores dos apartamentos eram “hóspedes”, que contavam com serviços administrados por um gerente. 8 de agosto de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 22 de março de 2013

“O Leme – Babilônia de arranha-céus”

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“A luxuosa Casa Rosada, pertencente ao Sr. Alfredo Vasconcellos”. O advento dos prédios de apartamentos representava uma ruptura do padrão de moradia vigente, baseado em unidades unifamiliares. Parte da elite carioca reagiu com desconfiança a essa novidade, quando moradias coletivas ainda eram consideradas sinônimo de cortiço. 8 de agosto de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 19 de março de 2013

“O Leme – Babilônia de arranha-céus”

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“Fotografia do magnífico Palacete Veiga, do comandante Roberto de Moraes Veiga”. Muitos desses primeiros “arranha-céus” eram baixinhos em comparação com os prédios de 10 a 12 andares que logo se tornariam o padrão dos edifícios de apartamentos de Copacabana e do Rio de Janeiro. 8 de agosto de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 15 de março de 2013

“O Leme – Babilônia de arranha-céus”

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“De propriedade do Sr. Renaud Lage, o Edifício Itaoca é realmente majestoso”. Os primeiros prédios de apartamentos de Copacabana eram apresentados como moradias de luxo, classificadas dentro do padrão de conforto dos palacetes que, até esta data, ainda dominavam a paisagem da Avenida Atlântica. 8 de agosto de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 12 de março de 2013

“O Leme – Babilônia de arranha-céus”

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“O elegante Palacete Duvivier, do Sr. Eduardo Duvivier”. Os primeiros “arranha-céus” de Copacabana tinham dono, cujo nome era ostentado. 8 de agosto de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 8 de março de 2013

“As mais belas praianas...”

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“Senhorinha Ruth da Gama e Silva, a mais votada da praia de Santa Luzia”. 14 de junho de 1931, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 5 de março de 2013

“As mais belas praianas...”

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“A graciosa senhorinha Dinah Silva, votada em Niterói”. 31 de maio de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 1 de março de 2013

“Natação”

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“Senhorinha Regina Willewsens, do Praia das Flechas Club, que correrá, hoje, em diversas provas de natação na praia que dá nome àquela agremiação esportiva ”. 17 de maio de 1931, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

“As mais belas praianas...”

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“Senhorinha Léa Smith de Vasconcellos, a mais bela flor de Botafogo, primeira votada em nosso concurso”. 17 de maio de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

“As mais belas praianas...”

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“Senhorinha Laura Assis, hoje detentora do 1º lugar em Ipanema e uma das mais lindas sereias daquela praia”. 17 de maio de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

“A graciosa senhorinha Guiomar Reis,...”

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“... uma das mais votadas em Niterói,” na eleição das mais belas praianas. 10 de maio de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

“O Golfinho”

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“O golfinho da rua Raul Pompéia”. Em seguida ao verão da repressão, Copacabana aderiu à febre do golfinho, o mini-golfe, que contagiou o mundo inteiro por um breve período. 3 de maio de 1931, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

“Primeiro Campeonato de Golfinho no Atlético Tênis Club”

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Para saber o que foi o golfinho, leia o capítulo 49. 19 de abril de 1931, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

“No Atlântico Club”

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“A praia às primeiras horas da manhã, antes de se iniciarem as corridas de barcos”, promovidas pelo clube do Posto VI em homenagem ao Príncipe de Gales, em visita ao Brasil. 19 de abril de 1931, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

“Senhorinha Laura Suarez”

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“(...) a querida intérprete de canções regionais ao violão, muito votada em Ipanema”, no concurso de beleza promovido por Beira-Mar. 19 de abril de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

“Senhorinha Esther Abreu”

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“(...) flor graciosa da sociedade fluminense e uma das sérias concorrentes ao título da mais bela praiana niteroiense”. 19 de abril de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

“A nageuse Odília Azevedo”

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“(...) segunda colocada em Santa Luzia”. Estava em curso a eleição das “mais belas praianas do Rio e de Niterói”, promovida por Beira-Mar, em sutil resposta à campanha da polícia moralizadora de Batista Luzardo. Leia mais no Capítulo 50. 12 de abril de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

“A graciosa senhorinha Carmen Cardoso”

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“Vendeuse da conhecida casa Vieira Nunes, à Avenida Rio Branco, uma das mais votadas no atual concurso para Rainha da Mi-Carême”. Findo o verão da repressão balneária, começaram os concursos de beleza feminina. 22 de março de 1931, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

“Depois do mergulho”

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“Aí vêm as graciosas praianas a tiritar, já friorentas”. 22 de março de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

“Uma linda praiana...”

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“... que faz sempre sucesso, quando aparece”. 22 de março de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

“A bonequinha...”

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“... que sorri à beira-mar...”. 22 de março de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

“Antes do banho”

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“O passeio elegante pelas alvas areias que sabem guardar todos os segredos”. 22 de março de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

“Agora, só de roupão”

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Ao final do verão, Beira-Mar, a exemplo dos colegas de imprensa, encerrou a série de protestos contra a campanha policial de moralização das praias de banho. 15 de março de 1931, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).