Romancista de sucesso na primeira década do século XX, crítico de costumes da alta sociedade, Théo-Filho foi também o cronista que mais escreveu sobre praias de banho no Rio de Janeiro. À frente da redação do jornal “Beira-Mar”, sediado em Copacabana, acompanhou a grande inflexão praiana ocorrida a partir da introdução dos banhos de sol. Foi autor de “Praia de Ipanema” (1927) e “Ao sol de Copacabana” (1948). Ainda que sua obra (com exceção da crônica) esteja ultrapassada, Théo-Filho tem interesse para a pesquisa historiográfica nas áreas de estudos do lazer e do corpo. Publiquei neste blogue os textos do “Intelectual da Praia” entre 2010 e 2011 e, em seguida, passei a postar imagens colhidas no semanário praiano.



sexta-feira, 22 de abril de 2016

"A Praia Mulher"

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Num mundo da beleza feminina em ascensão, a praia ganhava uma importância crescente. Era sob o sol, nas areias e nas águas do mar, que as mulheres cultivavam a saúde do corpo. Com respaldo da medicina, estabelecia-se uma associação entre beleza, praia e saúde. Capítulo 82. Foto: 21 de dezembro de 1935, p. 9. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 19 de abril de 2016

"A Praia Mulher"

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As mulheres se valorizavam – e não apenas porque ingressassem na produção competindo com os homens em muitas funções sociais. Elas ganhavam um prestígio nunca experimentado até então, através da sua presença embelezadora no ambiente urbano. E a praia – numa capital litorânea como o Rio de Janeiro – teve substancial importância nesse processo. Capítulo 82. Foto: 21 de dezembro de 1935, p. 9. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 15 de abril de 2016

"A Praia Mulher"

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Todo o esforço das “sereias” em busca da beleza era correspondido pelos “tubarões”. As banhistas seminuas representavam um espetáculo avidamente apreciado pelo público masculino. Capítulo 82. Foto: 21 de dezembro de 1935, p. 9. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 12 de abril de 2016

"A Praia Mulher"

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A sociedade da época se encantava com uma incipiente emancipação feminina, num contexto de predominante subordinação social da mulher ao homem, em que o casamento era praticamente obrigatório, não havia a lei do divórcio, nem igualdade de direitos, nem produção industrial de anticoncepcionais. Capítulo 82. Foto: 21 de dezembro de 1935, p. 9. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 8 de abril de 2016

"A Praia Mulher"

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A identidade entre praia e mulher era um dos fundamentos da apologia do mundo balneário, que a estética do bronzeamento sedimentava. Capítulo 82. Foto: 21 de dezembro de 1935, p. 9. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 5 de abril de 2016

"Um pouco de sombra para Copacabana"

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O Posto 6, visto a partir do Clube dos Marimbás. Beira-Mar começava uma campanha pela arborização das praias oceânicas, colocando em evidência o "Posto das Amendoeiras", até então o único trecho da Avenida Atlântica protegido por sombra natural. 7 de dezembro de 1935, p. 12. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 1 de abril de 2016

"Copacabana, sonho estético do mar"

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"A alegria da praia na graça dos corpos esculturais". A beleza feminina, vestida de maiô, representava, aos olhos daquele tempo, uma prova do grau de civilização da capital brasileira. 30 de novembro de 1935, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 29 de março de 2016

"O Club dos Caiçaras e o troféu Beira-Mar"

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Sócios do clube presidido pelo comandante Castro Lima. 23 de novembro de 1935, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 25 de março de 2016

"O Club dos Caiçaras e o troféu Beira-Mar"

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"Popeye" venceu a prova principal e levou a taça oferecida pelo jornal praiano. 23 de novembro de 1935, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 22 de março de 2016

"O Club dos Caiçaras e o troféu Beira-Mar"

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Sob a liderança dos Caiçaras, as provas de iatismo ganharam força na Lagoa Rodrigo de Freitas. 23 de novembro de 1935, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 18 de março de 2016

"As horas praianas da Cidade Maravilhosa"

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"Aqui e ali, formam-se os pequenos núcleos, os centros de atividade mundana, os aglomerados característicos". Copacabana estava na vanguarda do movimento que, com ajuda da canção de André Filho, transformou o Rio de Janeiro na "Cidade Maravilhosa". 16 de novembro de 1935, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 15 de março de 2016

"As horas praianas da Cidade Maravilhosa"

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"Da pedra do Leme à ponta do Leblon, tudo é um só encantamento". Mosaicos fotográficos misturando diversas imagens apareciam com freqüência nas páginas do jornal praiano. 16 de novembro de 1935, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 11 de março de 2016

"A inauguração das Lojas Rex"

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Beira-Mar encabeçava a campanha para que os moradores da CIL dessem preferência ao comércio local. A diversificação da oferta fortalecia esse movimento. 9 de novembro de 1935, p. 9. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 8 de março de 2016

"A inauguração das Lojas Rex"

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A nova loja da rua Copacabana 793 apresentava em suas vitrines os últimos lançamentos da moda praiana. Itens até então encontrados exclusivamente no centro da cidade começavam a aparecer no comércio local. 9 de novembro de 1935, p. 9. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 4 de março de 2016

"A inauguração das Lojas Rex..."

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"... constituiu a nota elegante da semana". 9 de novembro de 1935, p. 9. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 1 de março de 2016

"Assegurando a eficiência do Serviço de Salvamento"

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A terceira reforma dos Postos de Salvamento de Copacabana apostou na tecnologia. O "fuzil lança-cordas" prometia tornar mais rápido o socorro aos afogados, já que permitiria o lançamento de uma corda de salvamento a duzentos metros de distância. As primeiras experiências com esse equipamento, porém, fracassaram. Leia mais no Capítulo 73. 9 de novembro de 1935, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

"Pêpe"

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"José Castro Gomes não é só o half direito que todos admiram no Atlético Club Posto 3, é também na intimidade o Pêpe e na crônica esportiva o famoso Braz Filho (...)". 26 de outubro de 1935, p. 104. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

"Posto 4 F. C."

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"Vice-campeão a LAFA [Liga de Amadores de Football de Areia] de 1935". 26 de outubro de 1935, p. 104. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

"Esporte Club Posto 3"

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"O nosso instantâneo focaliza a formidável esquadra do Esporte Club Posto 3, que levantou magistralmente o campeonato de 1928, sem empates e derrotas. São eles da esquerda para a direita: dr. Mario Guimarães, Diretor de Esportes, Victor Gonçalves, João Penna, Durval Correa, Paulo Saldanha da Gama (falecido), Humberto Correa, Américo Alonso, Heraldo Saldanha da Gama, Lourival Correa, Norval Costa, Rubens de Moraes e Antonio Nogueira de Sá. Faltam somente nesse grupo Adalberto Gonçalves e Edgard Couto". 26 de outubro de 1935, p. 104. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

"Serrado"

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"O Edifício Serrado em construção à Av. Rainha Elizabeth". 26 de outubro de 1935, p. 102. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

"Maillot Confiança"

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"As roupas de banho Confiança são uma festa para os olhos. Confiança, o maillot que as elegantes de Copacabana procuram". Mesmo naquela época, eram raros anúncios de roupa de banho feminina sem sugestão de sensualidade. 26 de outubro de 1935, p. 100. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

"Maillot Confiança"

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"Usar roupas de banho de mar Confiança é saber vestir-se. Confiança, o maillot escultor". Marcas nacionais disputavam um mercado promissor. 26 de outubro de 1935, p. 96. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

"Igreja Nosso Senhor do Bonfim"

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Inaugurada em 1918, era a matriz de Copacabana. 26 de outubro de 1935, p. 85. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

"O banho de mar"

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"O dr. Oswaldo Camargo, quando lia ao microfone da Rádio Ipanema a sua preleção sobre o banho de mar". A PRH8, inaugurada em março de 1935, tornou-se a estação de rádio aliada de Beira-Mar. Leia mais no Capítulo 67. 26 de outubro de 1935, p. 58. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

"Paquetá"

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"O coqueiral que empresta um encanto irresistível à maravilhosa paisagem da ilha de Paquetá". A ilha de José Bonifácio, Joaquim Manoel de Macedo, Vivaldo Coaraçy e Humberto de Campos foi por excelência a praia pitoresca do Rio de Janeiro. Leia mais no Capítulo 63. 26 de outubro de 1935, p. 35. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

"Camisaria Progresso"

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"A Camisaria Progresso possui não só a coleção completa de diversos fabricantes, como criou, também, tipos de maillot de arrojado encantamento". Como se vê, os decotes aumentavam tanto, que não demorariam a separar os maiôs em duas peças. 26 de outubro de 1935, p. 29. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

"Estudos fotográficos"

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A melhoria da qualidade das técnicas de impressão gráfica e de reprodução fotográfica se colocou a serviço de um desejo crescente que tomava já grande parte da comunidade humana: aparecer. 26 de outubro de 1935, p. 28. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

"O Serviço de Salvamento nas praias cariocas"

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"Um dos aparelhos para socorro de afogados, do Posto de Assistência de Copacabana, cujo diretor, dr. Nelson Silva, se vê à direita". Na gestão de Pedro Ernesto, a Prefeitura Municipal voltou a investir na modernização do serviço de socorro aos banhistas, tendo em vista o crescimento da freqüentação praiana e a atração de turistas estrangeiros. 26 de outubro de 1935, p. 25. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

"Maillot"

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Antes do advento da roupa de banho feminina de duas peças, os "maillots" de peça única passaram pela fase dos decotes. 26 de outubro de 1935, p. 22. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

"Artigos de praia"

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A massificação das areias ampliava o mercado de produtos para praias de banho. 26 de outubro de 1935, p. 19. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

"Footing"

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À "aristocracia" de Copacabana desgostava a presença de descendentes de escravos na paisagem refinada do footing. Leia mais no Capítulo 80. 26 de outubro de 1935, p. 13. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

"Footing"

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O footing no bairro elegante ilustra com perfeição a teoria do ócio conspícuo, de Veblen. Que sentido faria o luxo se não pudesse ser exibido? 26 de outubro de 1935, p. 13. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

"Footing"

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Eram freqüentes grupos de moças passeando na rua de braços dados. A ocupação dos espaços urbanos pelas mulheres era um processo em curso. 26 de outubro de 1935, p. 13. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

"Footing"

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Seguramente, elas não sentiam saudades do espartilho. 26 de outubro de 1935, p. 13. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

"Alegria ao ar livre"

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Este era o "paredão" da praia do Flamengo. Os banhistas desciam uma escada para chegar à areia. 26 de outubro de 1935, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

"Alegria ao ar livre"

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O footing vespertino no "cais" da Avenida Atlântica era oportunidade para a exibição da elegância das vestes e da beleza dos corpos. 26 de outubro de 1935, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

"Alegria ao ar livre"

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Jogar bola a céu aberto, com o corpo exposto aos raios de sol, é uma conquista recente da humanidade. 26 de outubro de 1935, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

"Alegria ao ar livre"

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A moderna noção de civilização é indissociável do respeito à livre circulação das mulheres nos espaços públicos. 26 de outubro de 1935, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

"Alegria ao ar livre"

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Não era incomum o uso improvisado de uma câmara de pneu como bóia. 26 de outubro de 1935, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

"OK!"

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"Carmem Miranda não gosta de ser notada. Foge à publicidade, onde quer que esteja. Certo dia ela combinou com algumas moças e rapazes, seus conhecidos, de ir à praia de Copacabana. Armou-se de um maillot norte-americano e, para cobrir, mandou fazer umas calças largas de flanela branca. Arranjou um bonnet de marinheiro e... pronto! Quando ela chegou à praia, todo mundo olhava. E, desconfiando, perguntou a um dos rapazes conhecidos: “O que há?” E ele: “Estão reparando você, Carmem. Você veio bonitinha, com esse bonnet e essas calças largas...” Ela, então, ficou só de maillot. Inútil!... Continuavam a olhar!... Aborrecida, jogou fora o bonnet de marinheiro... Mas qual o quê! Era uma porção de gente, olhando... Nesse dia, parece que ela não tomou banho de mar... Voltou para casa, furiosa... “Veja você, a gente nem pode se divertir!”." O texto é de 30 de julho de 1932, capa. A foto, de 26 de outubro de 1935, suplemento, p. 8. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

"OK!"

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"As duas cantoras a-lu-ci-nan-tes! Carmen e Aurora Miranda, aqui bem perto de nós, no Copacabana!" 26 de outubro de 1935, suplemento, p. 8. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

"Estátuas ao vento"

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Laura Assis, à esquerda, foi Miss Ipanema e uma das musas da coluna "Sereias & Tubarões". 26 de outubro de 1935, suplemento, p. 8. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

"Na Urca"

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Sim, madame, uma praia de banhos é um lugar público e seus freqüentadores estão sujeitos à observação dos outros, inclusive dos fotógrafos indiscretos... 26 de outubro de 1935, suplemento, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 24 de novembro de 2015

"Na Urca"

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"Só numa sociedade na qual um alto grau de controle é esperado como normal, e na qual as mulheres estão, da mesma forma que os homens, absolutamente seguras de que cada indivíduo é limitado pelo autocontrole e por um rigoroso código de etiqueta, podiam surgir trajos de banho e esporte com esse relativo grau de liberdade": Norbert Elias, O Processo Civilizador, Jorge Zahar Editor, 1994, Volume I, p. 186. A praia da Urca já era freqüentada por banhistas antes da inauguração do Balneário, em 1925. 26 de outubro de 1935, suplemento, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

"No Arpoador"

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Para desespero dos conservadores, o padrão de indumentária praiana no Rio de Janeiro acompanhava a tendência das praias "civilizadas" da Europa e dos Estados Unidos. 26 de outubro de 1935, suplemento, p. 4. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 17 de novembro de 2015

"Posto 6"

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A nova prática dos banhos de sol diversificou as formas de ocupação das praias e estendeu o horário de permanência dos banhistas. Agora havia tempo para leitura. 26 de outubro de 1935, suplemento, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

"Posto 2"

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Os divertimentos ao ar livre - a vida esportiva, a freqüentação das praias, o passeio pelas avenidas - contribuíram para que "o belo sexo" ocupasse os espaços públicos e ganhasse visibilidade na grande cidade. 26 de outubro de 1935, suplemento, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 10 de novembro de 2015

"Uma 'pose' que ninguém viu"

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Nos primeiros anos do banho de sol era comum as banhistas se deitarem diretamente sobre as areias. 26 de outubro de 1935, suplemento, p. 2. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

"Quando o sol está a pino"

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Fora das areias, a diminuição das roupas femininas ocorria mais lentamente. 26 de outubro de 1935, suplemento, p. 2. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 3 de novembro de 2015

"Quem será?"

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"Carmen ou Aurora Miranda? Mas o leitor inteligente logo dirá: Carmita". Carmem Miranda era já uma celebridade no começo dos Anos 30, quando participava da programação cultural dos clubes praianos de Copacabana. 26 de outubro de 1935, suplemento, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).